Cá entre nós, é normal que o Parolin esteja preocupado. Se a pessoa mais informada do Vaticano não sabe o que vem aí, quanto mais nós. Mas ele confia nos médicos, e isso diz-me muito. Já vi a minha paróquia a organizar-se por menos: basta alguém adoecer para ficarmos todos em alerta. O que se pode fazer é simples: rezar um pouco e não andar a inventar boatos. Quem puder, vá à missa domingo e acenda uma vela.